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CEBRAO
No ano de 2002 foi fundado o C.E.B.R.A.O. (Centro Brasileiro de Reconstrução e Alongamento Ósseo), voltado ao atendimento especializado no setor de Reconstrução e Alongamento Ósseo, e também à área científica, formando médicos especialistas no setor, promovendo cursos, publicações em livros, revistas, etc.
CORPO DOCENTE
Prof. Dr. José Carlos Bongiovanni - Chefe do Grupo
Dr. Hilário Boatto – Assistente
Dr. Osvaldo Clinco Júnior – Assistente
Dr. Francisco Violante - Voluntário
Dr. Emílio Palazzo Neto - C.E.B.R.A.O.
Dr. Marcus Aurélio Preti - C.E.B.R.A.O.
Dr. Rubens Augusto Salvadori Martinhão - C.E.B.R.A.O.
Dr. André Annicchino - C.E.B.R.A.O.
Dr. Marcelo Fumio Utisunomiya – C.E.B.R.A.O.
RESPONSÁVEIS PELAS SUB-ESPECIALIDADES NO C.E.B.R.A.O.:
Fixador Externo: Prof. Dr. José Carlos Bongiovanni, Dr. Emílio
Palazzo Neto, Dr. Rubens Augusto Martinhão, Dr Marcus Pretti
Joelho: Dr. José Antonio Alan e Dr. Marcelo Navarro
Mão: Prof. Dr. Luis Carlos Angelini, Dr. Walber Galvão Bueno
Ombro: Prof. Dr. Nicola Archetti Neto e Dr. Fernando José Pedro
Pé e Trauma: Dr. Marcelo Tomanik Mercadante
Quadril: Dr. José Carlos Bongiovanni
COMO FUNCIONA O CURSO DO C.E.B.R.A.O
* Curso Teórico-Prático de Reconstrução e Alongamento Ósseo tem início no dia 02 de fevereiro de 2005 e término no dia 02 de fevereiro de 2006.
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O curso é realizado em período integral com atividades cirúrgicas, ambulatoriais, enfermarias e complementação teórico-prática com aulas, reuniões clínicas, seminários, work-shop, estudos em conjunto, congressos, etc.
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A atividade diária, com exceção dos plantões, tem início às 07:00h da manhã e término às 18:00h e deverão ser seguidas rigorosamente.
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As atividades são desenvolvidas na Escola Paulista de Medicina (Hospital São Paulo) e no CEBRAO (Centro Brasileiro de Reconstrução e Alongamento Ósseo) em Jundiaí.
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Eventuais atividades cirúrgicas em outros hospitais administrados pela Escola Paulista de Medicina poderão ocorrer no Hospital Pirajussara, Hospital Vila Maria, Hospital de Diadema e Hospital do Jabaquara .
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A atividade principal é voltada ao setor de Reconstrução e Alongamento Ósseo, porém existe uma complementação ortopédica geral nos setores de ombro, mão, quadril, joelho, pé e cirurgia pediátrica.
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Como suplemento econômico mensal o setor oferece plantões e atividades ambulatoriais no CEBRAO que propiciam um ganho mensal. O setor não proíbe que o R4 tenha um outro plantão semanal fora do IMECI-COT, porém o mesmo não poderá interferir nas escalas e atividades diárias.
ATIVIDADES NO HOSPITAL SÃO PAULO:
Terça-feira (09:00h): Visita geral do grupo na enfermaria;
Quinta-feira (tarde): Centro Cirúrgico (rodízio);
Sexta-feira (07:30h): Ambulatório assistencial e didático.
As visitas aos pacientes são feitas pelo Residente da Escola Paulista de Medicina (R1 e R2), porém supervisionadas diariamente pelo R4 em escala de rodízio mensal.
O setor não tem responsabilidade pelo atendimento de urgência, porém permanece à disposição do Pronto Socorro Ortopédico em uma necessidade. Também existe um rodízio mensal entre os R4 que coincide com o rodízio de passagem de visitas na enfermaria.
ATIVIDADES NO CEBRAO (IMECI-COT):
Pacientes que são submetidos à cirurgia de artroplastias (prótese total) de quadril, joelho, ombro, correção de deformidade e alongamento ósseo são acompanhados por uma equipe de trabalho multidisciplinar, (Médicos, Enfermeiros, Fisioterapeuta e Psicóloga) o que está sendo possível melhorar a qualidade do atendimento, favorecendo uma melhor comunicação, dedicação e eficiência ao tratamento proposto.
O médico e seus assistentes ouvem o discurso objetivo da doença informando para o paciente sobre seu estado clínico e o método cirúrgico mais adequado, enquanto que a psicóloga, ausculta o silêncio do sofrer, cabendo a tarefa de trabalhar os conteúdos emocionais que emergem as fantasia, os medos, as dúvidas, oferecendo assistência psicológica e orientação aos familiares do paciente.
O paciente encara de maneira muito peculiar o tratamento, pois os aspectos emocionais, sociais e familiares têm grande influência no modo de enfrentar e aceitar a realidade e os problemas.
A ansiedade vivenciada pelo paciente em relação às preocupações com o pré-cirúrgico (dor, anestesia, expectativa da cirurgia), pós-cirúrgico (constatação das limitações e restrições) e final do tratamento (perspectiva quanto ao sucesso do tratamento e o retorno das atividades sociais e profissionais), podem ocasionar uma situação de crise emocional, por esse motivo durante a avaliação é investigado aspectos emocionais importantes como:
A auto-imagem (percepção que o paciente tem de si próprio);
Cotidiano (interferências na vida social, familiar, profissional);
Pensamentos (idéias, crenças e expectativas);
Afetividade, sentimentos (relacionamento com os outros e emoções que prevalecem – ansiedade, depressão, raiva, revolta, frustração, medo, dúvida, etc.);
Projeto de vida (perspectiva e interesse que impulsionam a vida do paciente)
Seqüelas emocionais de cirurgias anteriores;
É fundamental que o paciente seja bem orientado em relação ao pós-operatório e que esteja ciente de todas as recomendações, para evitar futuros conflitos emocionais, tais como:
Hospitalização;
A intervenção cirúrgica;
Longo tempo de tratamento;
Procedimentos e necessidade sobre curativos diários;
A limitações temporária;
Restrições impostas pela condição da cirurgia;
Acompanhamento semanal com a equipe médica;
Responsabilidade de cumprir com as recomendações médicas;
Processo de readaptação e reorganização familiar;
Importância de um espaço físico favorável ao tratamento;
Etapas da reabilitação.
Após a avaliação a psicóloga transmite informações significativas e suas percepções do paciente aos membros da equipe multiprofissional, para que estes possam ter uma visão integral do paciente, facilitando assim a comunicação entre médico e paciente
ATENDIMENTO DO PACIENTE AO AMBULATÓRIO DE FIXADORES EXTERNOS:
Na grande maioria o paciente tem retornos freqüentes para reavaliação e orientações.
Todo paciente atendido no setor deverá ser discutido com o professor do dia e ser interado totalmente do caso.
Existe no ambulatório e salas preparadas para o atendimento dos pacientes com fixadores externos inclusive para mudanças no aparelho.
Não deve ser esquecido de ser anotado na ficha de atendimento, material usado na troca ou complementações da fixação externa.
Todo paciente deverá ser documentado com raio-x e fotos no início, durante e final do tratamento e a pessoa responsável é a Srta. Eliene sendo que a mesma deverá ser notificada caso por caso.
É de fundamental importância que não haja esquecimento da documentação tanto em Jundiaí quanto no ambulatório da Escola Paulista de Medicina.
Proibido o uso de telefones celulares.
DAS CIRURGIAS E INTERNAÇÕES:
Todos os casos cirúrgicos deverão ser comunicados à Srta. Magali (IMECI-COT) e Srta. Eliene (Hospital São Paulo).
Deverá conter na ficha ambulatorial história e exame físico completo, documentação radiográfica, exames laboratoriais, etc.
Pacientes com idade acima de 60 anos ou abaixo que apresentam doenças de base como hipertensão, diabetes, etc, deverão ser encaminhados com carta ao clínico.
Os pacientes do IMECI-COT são encaminhados ao Dr. Agostinho , no Hospital Santa Elisa, os casos internados deverão ser notificados ao Dr. José Francisco e equipe responsáveis no setor, no hospital Casa de Saúde, Dr. Alberando Guenari e Dra. Eloísa Firakawa e Hospital Maternidade, Dr. Rubens Neves.
É de responsabilidade do R4 a verificação de que todo material cirúrgico a ser utilizado no ato cirúrgico esteja em ordem.
No momento de internação no IMECI-COT, o paciente deverá ter sido avaliado previamente pela equipe de anestesistas, deverá ser preenchida previamente ficha de história e exame físico, prescrição e avaliação de exames pré-operatórios (laboratoriais, etc).
Verificar se o paciente foi documentado com fotografias e exames radiográficos.
Após o ato cirúrgico é obrigatório o preenchimento da descrição cirúrgica, prescrição médica estando o paciente proibido de ser encaminhado ao quarto sem o preenchimento de tais fichas.
Proibido o uso de celular no centro cirúrgico.
O seguimento no período de internação tanto no IMECI-COT como em outros hospitais é de responsabilidade do R4 (escola) sendo que procedimentos como curativos em próteses, osteossínteses, retirada de porto vac, etc, deverão ser realizados pelo médico.
O IMECI-COT pela Unimed está autorizado à internações de rotina no máximo 2 (dois) dias. Quando ultrapassar esse período deverá ser feito em receituário a justificativa da prorrogação dia a dia.
No ato da alta hospitalar o paciente deverá receber prescrição medicamentosa para casa e orientação escrita no próprio receituário do dia, hora do retorno.A enfermagem não deve esquecer de marcar o referido retorno na recepção.
CHEFIAS DE SERVIÇOS DO CEBRAO:
Administradores: Maria Cristina Buzinaro
Compras e Manutenção: José Luiz Paixão
Contabilidade: Elizabeth Buzato
Departamento Científico: Eliene Teixeira dos Santos
Enfermagem: Geral: Clélia/Valdete/Cleber
Centro Cirúrgico e Ambulatório: Aldo/Rose
Farmácia: Celso
Faturamento: Luiza Novaes Ultado
Fisioterapia: Dr. Henrique Cunha
Internação: Magali Parra
Recepção: Lucimar/Solange
R. Anchieta, 586-Centro CEP: 13201-804
Jundiaí-SP
(11)4521-4944/4521-4321
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